Dra. Bruna Alonso · Ginecologia e Obstetrícia CRM-BA 32437 · RQE 21539
Uma ginecologista que acredita que a medicina deve ampliar as possibilidades das mulheres, não limitar suas escolhas.
Arraste as flores e a romã pela página
no consultório, do jeito dela
Destrave Médico
Conhecimento Autonomia Proximidade Conhecimento Autonomia Proximidade Conhecimento Autonomia Proximidade Conhecimento Autonomia Proximidade
Nossa missão
Construir o reconhecimento da Dra. Bruna pela cirurgia ginecológica por vídeo, comunicando sua capacidade técnica sem perder aquilo que torna sua maneira de cuidar tão particular.
01 Método Cacau
Toda marca tem algo que mostra, algo que entrega e algo em que acredita.
Antes de pensar no Instagram, precisamos olhar para a profissional que existe por trás dele. Entender o que você faz, como faz e por que escolheu fazer medicina dessa maneira.
o que você fazcomo você fazpor que você faz
casca, polpa e suco: o que se vê, o que se entrega, o que se acredita
Casca
O que você faz e pelo que quer ser reconhecida?
Você começou sua trajetória com os olhos voltados para a obstetrícia. Mas a medicina, assim como a vida, também é feita de descobertas. Foi na cirurgia ginecológica que você encontrou um novo caminho.
Hoje, seu objetivo é claro: ser reconhecida pela cirurgia ginecológica por vídeo, especialmente pelas técnicas minimamente invasivas.
Mas existe algo importante aqui. Antes de uma mulher precisar de uma cirurgia, ela precisa compreender o que está acontecendo com seu corpo. E é justamente aí que começa seu trabalho.
Suas possibilidades de atuação
01Ginecologia clínicaConsultas, prevenção, investigação de sintomas, acompanhamento da saúde ginecológica e orientação sobre tratamentos.
02Saúde menstrualInvestigação e tratamento de miomas, sangramentos intensos, alterações menstruais e condições que comprometem a qualidade de vida.
03ContracepçãoOrientação sobre métodos contraceptivos, decisões reprodutivas e avaliação para laqueadura.
04Cirurgia ginecológicaAvaliação e tratamento de condições ginecológicas que podem exigir intervenção cirúrgica.
05Cirurgia minimamente invasivaAtuação em laparoscopia e avaliação das possibilidades de tratamento por vídeo, conforme a indicação clínica.
O que queremos mudar?
Hoje, algumas pacientes chegam ao consultório para uma consulta ginecológica e só depois descobrem sua atuação cirúrgica. Queremos inverter essa lógica.
Queremos que as mulheres conheçam sua capacidade cirúrgica antes mesmo de chegar ao consultório.
Não para transformar toda paciente em candidata à cirurgia, mas para que saibam que existem diferentes possibilidades de tratamento.
Direcionamento da Casca
Fortalecer o reconhecimento em cirurgia ginecológica, preservando a amplitude da atuação clínica.
Polpa
Tudo bem. Mas como é ser sua paciente?
Duas médicas podem ter a mesma formação, realizar procedimentos semelhantes e atender às mesmas queixas. Mas isso não significa que ofereçam a mesma experiência.
Durante nossa conversa, uma coisa ficou evidente: você não gosta daquela medicina em que o profissional parece estar em um lugar acima do paciente.
Você gosta de conversar, abraçar, brincar e criar proximidade. E isso diz muito sobre sua maneira de cuidar.
O que encontramos de diferente
Você escuta antes de decidir.
Uma mulher que não deseja ter filhos não precisa ser convencida do contrário. Precisa receber informações, entender suas possibilidades e ser respeitada.
Você enxerga a pessoa antes do problema.
Um sangramento intenso não é apenas um sintoma no prontuário. Pode ser uma mulher que deixou de sair, viajar, trabalhar tranquilamente ou viver sua rotina como gostaria.
Você não confunde autoridade com superioridade.
Conhecimento técnico é indispensável. Mas ele não precisa criar distância entre médica e paciente.
Você gosta de encontrar caminhos.
Na entrevista, você falou com entusiasmo sobre atender mulheres que já passaram por outros profissionais sem conseguir resolver suas queixas. Existe satisfação em investigar, compreender e buscar soluções que façam diferença na vida delas.
O que isso significa para a marca?
Não queremos comunicar apenas que você é uma médica próxima e humanizada. Isso é importante, mas muitas profissionais já dizem a mesma coisa.
Queremos mostrar como essa proximidade aparece na prática.
Na maneira como você conversa sobre uma laqueadura. Na atenção dedicada a um sangramento persistente. Na forma como explica uma cirurgia e apresenta alternativas.
Direcionamento da Polpa
Construir uma imagem de autoridade técnica que não depende de distanciamento para ser respeitada.
Suco
E por que você faz medicina desse jeito?
Durante nossa conversa, você contou sobre mulheres que chegam ao consultório depois de ouvirem que são jovens demais para decidir não ter filhos. Também falou sobre o quanto gosta de ajudar pacientes que convivem com problemas que ninguém conseguiu resolver.
São situações diferentes, mas existe algo que conecta as duas.
Você acredita que a medicina pode melhorar a vida das mulheres sem determinar como elas devem viver.
Essa talvez seja a verdade mais importante da sua marca.
No que você acredita
A mulher deve participar das decisões sobre o próprio corpo.
A medicina oferece conhecimento, orientação e possibilidades. Mas as escolhas pessoais de uma paciente não devem ser substituídas pelas convicções de quem a atende.
Qualidade de vida também é uma questão médica.
Nem sempre o que leva uma mulher ao consultório é uma doença grave. Às vezes, é algo que ela aprendeu a suportar, mesmo quando compromete sua rotina.
Conhecimento deve aproximar, não afastar.
Uma paciente não precisa dominar termos médicos para compreender sua condição e participar das decisões sobre seu tratamento.
Não existe uma única maneira de ser mulher.
Querer ou não ter filhos, escolher um método contraceptivo ou buscar tratamento são decisões que precisam considerar a individualidade de cada pessoa.
O que queremos que as pessoas sintam
Que podem conversar com você sem medo de serem julgadas.
Que suas queixas serão levadas a sério.
Que terão acesso a informações para compreender as possibilidades de tratamento.
E que, diante de uma decisão importante, não precisarão abrir mão da própria voz.
Direcionamento do Suco
Fazer da autonomia feminina uma convicção presente na comunicação, sem deixar que ela se sobreponha ao reconhecimento técnico que queremos construir.
02 A essência
O que descobrimos sobre a sua marca?
CascaO que você faz
Ginecologia e cirurgia ginecológica, com foco no reconhecimento pelas técnicas minimamente invasivas.
PolpaComo você faz
Com conhecimento técnico, proximidade, escuta e respeito à individualidade.
SucoPor que você faz
Porque acredita que a medicina deve oferecer às mulheres mais conhecimento, possibilidades de tratamento e autonomia sobre o próprio corpo.
Nossa grande descoberta
A medicina não precisa escolher entre técnica e humanidade. E a mulher não precisa escolher entre ser ouvida e ser bem cuidada.
É nesse encontro que queremos construir sua marca.
Uma ginecologista que deseja ser reconhecida pela capacidade cirúrgica, mas entende que seu trabalho começa muito antes de qualquer procedimento.
Uma médica que tem convicções, mas não transforma suas opiniões pessoais em decisões pelas pacientes.
Uma profissional que sabe que, por trás de cada diagnóstico, existe uma mulher com uma vida que não se resume àquela condição.
Porque não se trata apenas de cuidar da saúde das mulheres. Trata-se de compreender a vida que cada uma deseja viver.
03 Arquétipos
Se a sua marca tivesse uma personalidade, qual seria?
Não queremos inventar uma personagem. Queremos reconhecer as características que já fazem parte de você e transformá-las em uma comunicação consistente. Encontramos dois arquétipos que se complementam.
O Rebelde
Questionar também é uma forma de cuidar.
Você não parece ter muita paciência para regras que existem apenas porque sempre foram assim. Isso ficou evidente quando conversamos sobre mulheres que desejam realizar uma laqueadura, mas encontram profissionais que tentam impor suas próprias convicções.
Você acredita que uma mulher não precisa seguir um roteiro de vida para ter suas decisões respeitadas.
Independência de pensamento
Coragem para questionar convenções
Defesa da autonomia feminina
Comunicação direta
Disposição para provocar reflexões
O cuidadoSer rebelde não significa ser agressiva ou transformar toda publicação em polêmica. Sua força está em ter convicções e conseguir sustentá-las.
O Sábio
Convicção sem conhecimento é só opinião.
Existe uma diferença entre questionar convenções e ignorar a ciência. Você é uma médica que deseja ser reconhecida pela capacidade técnica, especialmente na cirurgia ginecológica.
Por isso, precisamos equilibrar sua personalidade com um arquétipo que represente conhecimento e investigação.
Autoridade construída pelo conhecimento
Explicações claras e fundamentadas
Interesse em investigar problemas
Segurança para apresentar possibilidades
Respeito aos limites da medicina
O cuidadoNão queremos uma comunicação acadêmica, distante ou excessivamente técnica. Você não precisa parecer inacessível para demonstrar conhecimento.
rebelde e sábia
O encontro dos arquétipos
O Rebelde questiona o que limita. O Sábio explica o que é possível.
Uma médica que não aceita respostas prontas, mas também não oferece soluções sem fundamento. Que tem opinião, mas sabe diferenciar opinião de evidência científica.
Imagine uma paciente saindo da consulta e contando para uma amiga como foi a experiência. O que gostaríamos que ela dissesse?
SEGURA
Demonstra conhecimento e explica as possibilidades com clareza.
DIRETA
Conversa sem rodeios desnecessários.
ACOLHEDORA
Escuta sem criar uma relação de superioridade.
QUESTIONADORA
Não aceita que costumes substituam critérios médicos.
AUTÊNTICA
Não tenta reproduzir uma imagem idealizada de como uma médica deveria se comportar.
Nossa definição
Uma médica de convicções fortes, conhecimento sólido e uma maneira surpreendentemente próxima de se relacionar.
Não queremos uma imagem excessivamente séria. Também não queremos transformar espontaneidade em falta de profissionalismo. Queremos encontrar o equilíbrio entre a mulher que você é e a médica pela qual deseja ser reconhecida.
05 Público
Com quem queremos conversar?
Você atende mulheres em diferentes momentos da vida. Mas isso não significa que nossa comunicação precise falar com todas elas da mesma maneira. Precisamos identificar quem queremos atrair nesta nova fase profissional.
Público prioritário
Mulheres que procuram respostas para problemas ginecológicos.
Mulheres adultas que convivem com sintomas, diagnósticos ou condições que podem exigir acompanhamento especializado. Algumas já sabem que possuem miomas. Outras convivem com sangramentos intensos. Algumas receberam indicação cirúrgica e querem compreender melhor suas possibilidades.
O que procuram
Mais do que uma cirurgia, querem entender o problema, conhecer alternativas e encontrar uma profissional em quem possam confiar.
O que queremos comunicar
Que você possui uma atuação direcionada à ginecologia cirúrgica e pode ajudá-las a avaliar os caminhos disponíveis.
Público complementar
Mulheres que querem decidir sobre sua vida reprodutiva.
Mulheres que procuram orientação contraceptiva, desejam compreender os métodos disponíveis ou consideram uma laqueadura. São pacientes que valorizam informação, respeito e autonomia.
O que procuram
Uma médica que apresente possibilidades sem transformar suas decisões pessoais em motivo de julgamento.
O que queremos comunicar
Que suas escolhas serão discutidas com responsabilidade médica, informação e respeito.
Público de relacionamento
Mulheres que procuram acompanhamento ginecológico.
Pacientes que ainda não possuem uma demanda cirúrgica, mas precisam de consultas, prevenção e acompanhamento.
Esse público é importante porque permite construir uma relação de confiança antes mesmo de existir uma necessidade de tratamento específico.
Nossa escolha estratégica
Queremos atrair mulheres pela relevância dos problemas que você ajuda a investigar e tratar, e conquistar sua confiança pela maneira como exerce a medicina.
proximidaderomã, a cor da marcaconhecimentodelicadeza com firmezaescutaenergiatrabalho de verdade
06 Diferenciação
Por que escolher você?
Quando perguntei por que uma paciente deveria escolher você em vez de outra profissional, sua primeira reação foi reconhecer que existem muitas médicas boas. E isso é importante. Não precisamos afirmar que você é melhor do que outras profissionais. Precisamos mostrar o que torna sua atuação particular.
Direcionamento cirúrgico
Seu objetivo profissional está concentrado na cirurgia ginecológica, especialmente por vídeo. Isso nos permite construir uma imagem associada à investigação e ao tratamento de condições que podem exigir intervenção.
Respeito à autonomia
Você não acredita que suas escolhas pessoais devam determinar as decisões de outras mulheres. Seu papel é orientar, explicar e oferecer possibilidades dentro dos critérios médicos e legais.
Proximidade sem perder autoridade
Você gosta de conversar, brincar e criar vínculos. Essa naturalidade pode transformar a experiência de uma paciente sem comprometer a seriedade do atendimento.
Nosso diferencial central
Conhecimento para orientar. Respeito para decidir junto.
07 Promessa de marca
Uma promessa de marca não é uma garantia de resultado. É o compromisso que orienta a experiência oferecida. Não podemos prometer que toda paciente encontrará uma solução definitiva ou que toda cirurgia será minimamente invasiva. Mas podemos assumir um compromisso com a maneira como o cuidado acontece.
Você será ouvida, entenderá suas possibilidades e participará das decisões sobre sua saúde.
ESCUTA
Compreender as queixas e expectativas de cada mulher.
CONHECIMENTO
Apresentar informações e alternativas fundamentadas.
AUTONOMIA
Construir decisões compartilhadas, respeitando a individualidade.
08 Tom de voz
Como a Dra. Bruna fala?
Não queremos transformar você em uma médica que fala como um livro. Também não queremos que toda publicação pareça um manifesto. Sua comunicação precisa ser uma extensão da maneira como você conversa: adulta, espontânea e direta, com explicações claras e humor pontual.
DIRETA, MAS NÃO GROSSEIRA
Você pode discordar de uma ideia sem desrespeitar quem pensa diferente.
INFORMATIVA, MAS NÃO PROFESSORAL
Queremos explicar medicina sem transformar cada conteúdo em uma aula.
PROVOCATIVA, MAS NÃO SENSACIONALISTA
Uma boa pergunta pode provocar mais reflexão do que uma afirmação exagerada.
PRÓXIMA, MAS NÃO ÍNTIMA
É possível criar identificação sem expor sua vida privada.
SEGURA, MAS NÃO ABSOLUTA
A medicina exige reconhecer possibilidades, limitações e particularidades.
Na prática
Vire o cartão para traduzir
Nossa regra
Não vamos complicar o que pode ser explicado com clareza. Nem simplificar tanto a ponto de comprometer a informação médica.
09 Territórios editoriais
Sobre o que vamos falar?
Não queremos um perfil que publique assuntos aleatórios de ginecologia. Queremos construir reconhecimento. Para isso, propomos quatro territórios editoriais.
Autoridade
Cirurgia sem mistério
Assuntos: cirurgia ginecológica, laparoscopia, procedimentos, indicações, recuperação, riscos e alternativas de tratamento. Objetivo: fazer com que mais mulheres conheçam sua atuação cirúrgica.
Toda mulher com mioma precisa operar?
O que muda em uma cirurgia feita por vídeo?
Retirar o útero é sempre a última opção?
O que você precisa perguntar antes de uma cirurgia ginecológica?
Cirurgia minimamente invasiva significa cirurgia sem riscos?
Identificação
Seu corpo dá sinais
Assuntos: miomas, sangramentos, cólicas, dores e condições ginecológicas. Objetivo: partir de problemas que as mulheres reconhecem na própria rotina para explicar o que pode estar acontecendo.
Sua menstruação atrapalha sua vida?
Você acha normal cancelar compromissos por causa da cólica?
Mioma pode voltar depois da cirurgia?
Sangrar muito não deveria ser uma condição que você simplesmente aceita.
Quando uma dor pélvica merece investigação?
Personalidade
A escolha é sua
Assuntos: contracepção, laqueadura, autonomia reprodutiva e decisões sobre o próprio corpo. Objetivo: comunicar suas convicções com informação médica e responsabilidade.
Você não quer ter filhos. E daí?
Quem disse que toda mulher precisa querer ser mãe?
Laqueadura: o que a legislação brasileira realmente permite?
O médico pode se recusar a discutir suas opções contraceptivas?
Mudar de método contraceptivo não deveria ser uma decisão tomada no escuro.
Conexão
Consultório sem palanque
Assuntos: dúvidas frequentes, mitos, situações comuns no atendimento e reflexões sobre a relação entre médicas e pacientes. Objetivo: mostrar que é possível falar de medicina com seriedade sem criar distância.
Coisas que eu gostaria que toda paciente soubesse antes da consulta.
O que eu penso quando uma mulher diz que ninguém levou sua dor a sério.
Você pode discordar da sua médica?
Perguntas que você deveria fazer antes de aceitar um tratamento.
Ser médica não significa decidir a vida de ninguém.
10 Posicionamento
Uma ginecologista que deseja ser referência em cirurgia por vídeo e acredita que conhecimento médico e autonomia feminina devem caminhar juntos.
A medicina não decide por você. Decide com você.
Não significa que toda decisão será clinicamente possível ou que a paciente determinará sozinha sua conduta médica. Significa que conhecimento e escuta precisam fazer parte da mesma conversa.
11 Direção criativa e manual de identidade
Como essa personalidade ganha forma?
A identidade visual precisa traduzir a mesma combinação que encontramos na personalidade de Bruna: feminina, contemporânea e acolhedora. Mantenha a aplicação da marca dentro destes parâmetros.
Femininamas não delicada demais
Contemporâneamas não impessoal
Acolhedoramas com personalidade
Profissionalsem parecer marca médica tradicional
Paleta de cores
Toque numa cor para copiar o código
Tipografia
Aa Decide com você.Fonte 1 · Roxborough CFTítulos editoriais e frases de destaque.
AaFonte 2 · Open Sauce SemiboldChamadas e informações importantes.
AaFonte 3 · InterTextos de leitura, navegação e conteúdos complementares.
Nesta página, Roxborough CF e Open Sauce aparecem com fontes de aproximação (Gloock e Montserrat), já que os arquivos originais não podem ser carregados aqui. Nas peças finais, use sempre as fontes oficiais.
Estampa
passe o dedo ou o cursor sobre as linhas
linhas orgânicas, sempre em movimento
Texturas
degradês granulados
Fotografia
frutas, flores e papelaria
Linguagem visual
FotografiaFotografias espontâneas, expressões naturais, enquadramentos próximos e composições contemporâneas.
GrafismosGrafismos orgânicos, formas fluidas e elementos que transmitam movimento.
ColagemTexturas, colagens e detalhes visuais que acrescentem personalidade sem prejudicar a leitura.
O que evitar
Estética hospitalar excessivamente fria
Excesso de elementos médicos genéricos
Fotografias artificiais
Comunicação visual infantilizada
Uso excessivo de rosa como sinônimo de feminilidade
Peças visualmente carregadas
Conteúdos que dependam da exposição da vida privada
Nossa intenção
Construir uma identidade que pareça tão natural quanto a maneira como Bruna conversa, mas tão consistente quanto a profissional que deseja se tornar.
12 A marca que queremos construir
O que queremos que as pessoas pensem quando encontrarem a Dra. Bruna?
Ela entende de cirurgia ginecológica.autoridade
Ela fala de medicina de um jeito que eu consigo compreender.clareza
Eu me sentiria confortável conversando com ela.proximidade
Essas são as três percepções que queremos construir. Porque a intenção não é criar uma personagem para as redes sociais. É fazer com que a médica que suas pacientes conhecem no consultório também seja reconhecida por quem ainda não teve a oportunidade de conhecê-la.
Nossa síntese final
Uma medicina com conhecimento para orientar, proximidade para acolher e respeito para decidir junto.
13 Próximos passos
Da estratégia para a prática.
Agora que entendemos a marca que queremos construir, precisamos transformar essas descobertas em comunicação.
01
VALIDAÇÃO
Apresentar o mapa estratégico, ouvir Bruna e validar posicionamento, personalidade e prioridades profissionais.
02
IDENTIDADE
Consolidar a identidade visual e definir as aplicações para o Instagram.
03
CONTEÚDO
Desenvolver os primeiros temas, roteiros e carrosséis a partir dos territórios editoriais.
04
PRODUÇÃO
Organizar a primeira gravação, os ambientes, os figurinos e as necessidades de captação.
05
PUBLICAÇÃO
Iniciar o calendário editorial e acompanhar a resposta do público.
06
EVOLUÇÃO
Avaliar os resultados, identificar os conteúdos que fortalecem o reconhecimento profissional e ajustar a estratégia.
a médica que você já émãos à obra
Encerramento
A sua marca não precisa inventar uma nova Bruna.
Precisa mostrar ao mundo a médica que você já é e dar espaço para a profissional que deseja se tornar.
A verdade vende.
Lutz Brasil® · Arquitetura de MarcaOitu · Produtora de ConteúdoDestrave Médico